O BRUXO DO AMOR

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domingo, 27 de julho de 2008

Confissão .....


Preciso confessar-te uma coisa, Que me é importante como a vida: Amo-te, e este amor me ressuscita, Tal como a Fênix, que renasce das próprias cinzas. Desde o momento em que te conheci, Algo de bom nasceu aqui em meu peito, Era a esperança, que jazia, moribunda, Afogada no mar de todas as minhas tormentas. Foste a calmaria e serenaste as ondas, Antes bravias, como querendo arrasar-me! Num temporal de tristezas imensas, Foste o farol, com tua luz redentora! Ah, como é bom amar-te sem temores, E receber de ti o mesmo amor, que se renova! Como se fôssemos um só, em corpos separados, Mas, que sozinhos não podem mais viver. Não temais entregar-te ao sentimento, Pois é recíproco o amor que nos reflite, Se sentes medo, enfraqueces nossos laços, Que necessitam de firmeza, tal correntes. Deixais o amor falar mais alto ao coração, Vem ser feliz, aqui, comigo, sem temores, Já é finita a tempestade, vê as cores, Nada de dores, ou cansaço, ou dissabores...



AKASHA DE LIONCOURT

Um comentário:

Alcione Sato disse...

Agradeço por sua postagem de uma de minhas poesias no seu blog! Fico feliz pelo carinho e pelo devido crédito dado à obra!

Beijinhos,

Akasha De Lioncourt